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O Batismo e a Aliança

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As promessas de Deus são incrivelmente ricas. Em vez de ira e inferno, há a promessa de graça e vida. Exatamente porque essas promessas são tão ricas, cada cristão faz uma pausa em algum momento ou outro para pensar na questão de saber se essas promessas são para ele ou não. Isso conta ainda mais quando se lembra que a graça de Deus não é aplicada a todos os homens; há tanto os eleitos quanto os reprovados. Portanto, a questão torna-se: “Como sei se sou realmente filho de Deus? Como posso ter certeza de que herdarei a vida eterna?

O Senhor Deus não nos faria duvidar se pertencemos a Ele ou não e somos herdeiros de Suas promessas. É para evitar duvidar que o Senhor concedeu à Sua Igreja o sacramento do Santo Batismo. Através deste sacramento, o Senhor Deus assegura aos que o recebem que eles realmente são filhos de Deus, que eles realmente têm salvação. Neste artigo, desejo demonstrar a verdade desta tese.

O Batismo e a Circuncisão

Para entender como o Senhor Deus usa o batismo para o fortalecimento da fé, podemos buscar informações no Novo Testamento. O Novo Testamento parece uma escolha lógica, porque o batismo não era conhecido como sacramento no Antigo Testamento. Descobriremos, no entanto, que o Novo Testamento, embora diz muito sobre o batismo, não nos dá uma compreensão completa do sacramento. A razão é – e espero demonstrar isso agora – que o sacramento do batismo, instituído por Cristo, toma o lugar do sacramento da circuncisão no Antigo Testamento. O conteúdo do sacramento do batismo é essencialmente o mesmo que o conteúdo da circuncisão, com essa diferença: um se aguarda a vinda de Cristo, enquanto o outro olha para o Cristo que já veio. Portanto, é para circuncisão que devemos nos voltar se quisermos entender o que é o batismo.

Conteúdo

O sacramento da circuncisão do Antigo Testamento data da época de Abraão, em Gênesis 17. Chegou o dia em que Deus apareceu a Abraão com a seguinte mensagem:

Farei uma aliança entre mim e ti” (v.2). Essa mensagem é repetida em versículo 7: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti.

Deus não deixou ambíguo o conteúdo dessas palavras para Abraão. Essa aliança significava que o Senhor seria “o teu Deus e da tua descendência” (v.7). Deus, em outras palavras, diz a Abraão que Ele é o Deus de Abraão, e Abraão é filho de Deus. Esse é o conteúdo da aliança.

As implicações deste conteúdo da aliança podem ser melhor compreendidas quando nos lembramos de que a raça humana, através da queda no pecado no Paraíso, se aliou ao maligno. A queda implicou que a humanidade cortou seu vínculo com Deus e se juntou a Satanás. Lembrar esse fato ressalta o significado desta aliança que Deus faz com Abraão. Pois com esta aliança Deus não diz nada além disso: por natureza você pertence a Satanás, sim, mas eu reivindico a você, Abraão. Eu declaro que você não é mais a propriedade de Satanás, mas a minha.

Com isso, a riqueza da aliança entra em relevo acentuado. Pertencer a Satanás, como consequência da queda, implicava que a ira de um Deus ofendido repousa sobre o traidor, o homem. E se a ira do Deus santo cai sobre alguém, quem pode escapar dela? Bem, a Escritura registra essa realidade: “Horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo” (Hebreus 10.31). No entanto, esse Deus ofendido faz uma aliança com Abraão e, nessa aliança, Deus reivindica Abraão; Deus faz uma declaração: você é meu, mesmo que tenha me ofendido, mesmo sendo pecador. As implicações de tal declaração de Deus só pode ser que Abraão não mais pertença a Satanás, Deus não esteja mais zangado com Abraão, Abraão tenha vida. E isso, por sua vez, significa que o conteúdo da aliança implica o perdão dos pecados; as pessoas da aliança são herdeiras da salvação, herdeiras da vida eterna. Obviamente, então, essa aliança fez de Abraão, sem dúvida, o homem mais rico do mundo. De ser propriedade de Satanás, Ele é reivindicado por Deus e feito a possessão de Deus.

Certeza

Deus não queria que Abraão questionasse se Deus realmente foi sincero. No entanto, Deus conhecia Seu servo Abraão, sabia que ele era apenas um humano fraco e pecador. Antecipando essa fraqueza em Abraão, Deus graciosamente deu a Abraão um sinal tanto para lembrá-los do que Ele havia dito quanto para dizer que Ele realmente quis dizer isso. Disse Deus:

Circuncidareis a carne do vosso prepúcio; será isso por sinal de aliança entre mim e vós” (Gênesis 17.11).

Lendo sobre este sinal que Deus dá a Abraão, alguém pode ser inclinado a dizer que se alguém não precisasse de um sinal, teria sido Abraão. Deus falou muito pessoalmente a ele, e depois de uma conversa como esta de Deus, certamente não deveria haver razão para Abraão questionar se ele pertencia a Deus ou não. Os próprios ouvidos de Abraão haviam ouvido as palavras de Deus. No entanto, até mesmo a Abraão, Deus deu o mandamento de circuncidar-se como sinal dessa aliança! Embora Deus falasse face-a-face com Abraão, Deus desejou que Abraão carregasse em seu corpo, até o dia da sua morte, um sinal para lembrá-lo do que Deus lhe havia dito naquele dia em particular, um sinal para soletrar além de qualquer dúvida que Deus na verdade fez Sua aliança com esse pecador. Abraão nunca deveria duvidar disso. Cada dia de novo, ele seria confrontado com a garantia de que ele pertencia a Deus, que ele tinha vida. Em Sua sabedoria, Deus não considerou as memórias, palavras que Ele disse a Seu filho da aliança uma vez no passado, como garantia suficiente. Em seu próprio corpo, Abraão precisou da prova visível de que essa aliança era real. O que o Senhor em Sua bondade queria evitar foi que Abraão duvidasse de quem era a possessão, se ele realmente pertencia ao seu fiel Salvador Jesus Cristo, ou se ainda pertencia ao maligno. Portanto esse sinal visível, ressaltando a realidade falada.

As Crianças

Abraão não foi a única pessoa circuncidada. Porque Deus fez a Sua aliança não somente com Abraão – Ele não adotou para Si mesmo apenas um filho – Deus fez Sua aliança também com os filhos que Ele daria a Abraão: “Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência” (Gênesis 17.7). De fato, “no decurso das suas gerações” os filhos de Abraão seriam filhos de Deus.

Isso significava para os filhos de Abraão que eles também não deviam ter dúvidas quanto à sua identidade. Eles pertenciam a Deus e não a Satanás, porque Deus havia afirmado que eles eram assim. Então cada descendente de Abraão poderia apelar para Gênesis 17.7 e dizer: “Olha, aqui diz que Deus uma vez disse a respeito de nós: nós não pertencemos ao maligno, mas ao Deus Altíssimo. Ele é o nosso Deus.”

E assim cada um poderia ter a certeza de que ele tinha o perdão dos pecados e a salvação. Cada um tinha essa garantia simplesmente porque Deus falara uma vez.

Mas, novamente, Deus conhece o coração do homem, que os filhos de Abraão, insensíveis e enfermos (Artigo 35, Confissão Belga) como eram, provavelmente não questionariam se Deus realmente quis dizer para eles o que Ele declarou a Abraão em Gênesis 17. Por essa razão, Deus instruiu Abraão a assegurar que todo filho dele fosse circuncidado como sinal e selo da realidade da aliança. Eles deveriam receber esse sinal como fez Abraão, e eles deveriam recebê-lo pela mesma razão: até o dia da morte eles deveriam carregar em seus próprios corpos, ao longo das suas gerações, a marca que eles realmente pertenciam a Deus, a certeza de que Deus verdadeiramente reivindicou-os. Pois Deus não pretendia falar individualmente com cada filho de Abraão para assegurar a cada um que ele realmente pertencia a Deus. Deus falou uma vez a Abraão, e essa declaração foi abrangente; incluía todos os filhos de Abraão. Deus reivindicou TODOS como Seus; ninguém pertencia a Satanás não mais.

Especificamente, isso significava que Isaque – para mencioná-lo como exemplo – não podia se perguntar se ele realmente era filho de Deus ou não. Ele não duvidava se a salvação era para ele ou não, se a ira de Deus ainda estava sobre ele ou não. É verdade que ele mesmo não recebera uma revelação especial, uma comunicação especial de Deus de que ele realmente era um herdeiro da salvação, libertado da ira severa de Deus a que estava sujeito. Não havia voz, nem sonho, nem garantia interior de tal redenção para Isaque pessoalmente. No entanto, ele era um filho de Deus, e ele era um herdeiro da vida eterna, simplesmente porque a palavra que Deus havia falado com Abraão não contava apenas para Abraão; contava também para seus descendentes:

Estabelecerei a minha aliança entre mim e ti e a tua descendência no decurso das suas gerações, aliança perpétua, para ser o teu Deus e da tua descendência.

Isso incluía Isaque. E a lembrança daquela aliança que Isaque levava em seu próprio corpo aonde quer que ele fosse; ele foi circuncidado. Diariamente ele podia ver aquele sinal, e assim diariamente ele podia assegurar-se de que sim, era realmente verdade, Deus fez Sua aliança também com ele, ele era um filho de Deus tanto quanto o pai Abraão, ele também tinha perdão de pecados e vida eterna. A circuncisão foi a evidência.

Dúvida

Mas suponha agora que Isaque duvidasse se as promessas de redenção realmente foram para ele ou não, duvidava mesmo que ele tivesse em seu corpo o sinal da aliança. Se ele escolhesse não acreditar naquele sinal, estaria implicitamente dizendo que não acreditava em Deus. Embora Deus dissesse que Ele reivindicou não só Abraão, mas também seus descendentes como Seus, assegurou até mesmo que cada um receberia o sinal, se Isaque ainda duvidasse, então ele estaria de fato questionando a veracidade de Deus. Isso implicaria essencialmente que Isaque se recusaria a aceitar a Palavra de Deus sem questionar. Mas isso é o mesmo que sugerir que Deus é um mentiroso! Deus havia dito em termos inequívocos que Ele fez Sua aliança com Abraão e seus descendentes. Portanto, não seria justo questionar, ou duvidar, a menos que alguém esteja preparado para dizer que Deus é um Deus que deliberadamente decepcionaria pessoas.

E o que foi a verdade para Isaque como descendente de primeira geração de Abraão foi a verdade também para Esaú e Jacó como descendentes de segunda geração, bem como para Davi e Daniel tantas gerações depois. Eles usavam o sinal da aliança em seus corpos, um sinal claro de que Deus queria dizer exatamente o que Ele havia dito há muito tempo ao seu avô Abraão sobre seus descendentes a gerações sem fim. Porque a realidade de Salmo 105 perdura:

Lembra-se perpetuamente da sua aliança, da palavra que empenhou para mil gerações” (Salmo 105.8).

A aliança de Deus é para sempre, porque Deus é Deus. Aqueles a quem Deus soberanamente dá o sinal não têm motivo para dúvidas.

O Batismo

O apóstolo Paulo chama o batismo da “circuncisão de Cristo” (Colossenses 2.11s). Isso significaria que o conteúdo do sacramento da circuncisão no Antigo Testamento é essencialmente o mesmo que o conteúdo de sua substituição no Novo Testamento: o batismo.

O fato que o batismo tem, para o Novo Testamento, o mesmo conteúdo que a circuncisão tinha para o Antigo se torna mais claro em Atos 2. Pedro prega seu Sermão de Pentecostes, sobre o significado da crucificação e a ressurreição de Cristo, e o derramamento subsequente do Espírito Santo. O resultado de sua pregação foi que os ouvintes foram cortados ao coração, e eles se perguntaram o que deveriam fazer (Atos 2.37). A resposta de Pedro foi que eles deveriam se arrepender de seus pecados, eles deveriam crer no Senhor Jesus Cristo como o Salvador enviado por Deus. Com esse mandamento de se arrepender, vem também um encorajamento para ser batizado (Atos 2.38).

Podemos nos perguntar por que essa plateia deveria ser batizada. Pedro menciona o fundamento para essa injunção em versículo 39:

Pois para vós outros é a promessa, para vossos filhos e para todos os que ainda estão longe.

Para lidar com a questão de qual promessa Pedro se refere aqui, devemos notar que o apóstolo descreve esta promessa como tendo sido feita “para vós outros” e “para vossos filhos.” A promessa que Deus fez a cada israelita e seus filhos foi a promessa da aliança, a aliança que Deus fez com Abraão e sua semente. Porque essa aliança foi feita com cada descendente de Abraão aqui presente, Pedro ordena a todos os ouvintes – após o arrependimento – para ser batizados. Pois a circuncisão apontou para o Salvador que estava por vir. Uma vez que o Salvador chegou, esse sinal de circuncisão tornou-se extinto. Em seu lugar veio o batismo, um sinal que aponta para trás, para a cruz. O batismo não incorpora uma nova promessa; contém as mesmas promessas que o sacramento da circuncisão significava, mas esta promessa vem agora em uma nova dispensação. Assim é que todos aqueles com quem Deus faz Sua aliança – crentes e sua semente (Romanos 4) – não devem mais ser circuncidados, mas batizados. O conteúdo dos dois sacramentos é o mesmo.

O Catecismo de Heidelberg

O Catecismo de Heidelberg apóia a tese de que o batismo como sinal da aliança é a prova para os cristãos de que o Senhor realmente nos fez Seus filhos; nós temos salvação. Eu penso no Dia do Senhor 26:

Como o santo batismo lhe faz saber e lhe assegura que o único sacrifício de Cristo na cruz lhe beneficia?

A resposta raciocina que alguém pode ter certeza sobre os benefícios do batismo simplesmente porque o sinal do batismo foi dado a uma pessoa, e o sinal não é oco porque Deus não mente. Nesse sinal Deus dá a promessa de que o sangue e o Espírito de Cristo purificam os pecados. Nem é uma promessa que não se pode ter certeza, não é um “talvez.” Não, a promessa é fixa, porque Deus é Deus. Os pecados são “lavados” – e essa palavra está no presente gramaticalmente. Agora o destinatário do sacramento tem o benefício que vem do sacrifício de Cristo na cruz. Hoje, esse filho é filho de Deus. Por isso também, “pais tementes a Deus não devem duvidar da eleição e da salvação daqueles seus filhos a quem Deus chamou desta vida ainda na infância” (Cânones de Dort, I.17).

Pode parecer ótimo, pode parecer grande demais para acreditar (e isso é basicamente irrelevante!), mas no entanto esse é o conteúdo da promessa da aliança.

Rico

É tudo maravilhosamente rico. Quase muito rico para acreditar. No entanto, é isso que o Senhor diz em Sua Palavra. E se Deus diz isso, não podemos duvidar; Deus não engana.

O batismo é o sinal e selo de Deus que Ele salva os destinatários do poder do diabo. Cada um pertence a Deus e não a Satanás, cada um tem perdão dos pecados e a vida eterna, cada um tem um Pai que cuida dele dia a dia. O batismo não simboliza um sonho delicioso, um pensamento agradável. O batismo significa antes uma realidade indescritivelmente rica. É, sem dúvida, porque o batismo é tão incrivelmente rico que o maligno faz o que pode para espalhar distorções sobre este sacramento. Como pessoas da igreja, os leitores desta revista, somos todos batizados, mais velhos e mais jovens. Isso significa que podemos aplicar a nós mesmos tudo o que está escrito acima. No batismo, cada um de nós recebe a garantia, de ninguém menos que o próprio Deus, de que Deus nos salvou do poder do diabo. No batismo, Deus Todo-Poderoso diz a cada um de nós individualmente: você não é propriedade de Satanás; você é a minha possessão. E sabemos que Deus não é homem que Ele deveria mentir. Portanto, não há razão para questionar se temos salvação ou não. Deus nos disse claramente.

Não há um “passe grátis”

Mas isso não significa que todos os que são batizados estejam livres para agir como quiserem sob o pretexto de que são salvos de qualquer maneira. As escrituras deixam bem claro que uma aliança tem dois lados.

A aliança começa estipulando uma realidade baseada no decreto de Deus: não Satanás, mas Deus é nosso Pai. Uma vez estabelecida essa aliança, tanto uma promessa quanto uma demanda entram em cena. A promessa é que Deus continuará nos mantendo como Seus filhos, com todos os benefícios e privilégios que vêm com essa posição. No entanto, essa promessa não é uma promessa genérica, algo incondicional. Porque Deus acrescentou também uma demanda. Deus decretou que Sua promessa de fidelidade contínua deveria depender da atitude do povo da aliança de Deus em Seu pacto. A exigência que o Senhor incluiu em Sua aliança não foi outra senão que Seu povo deveria acreditar que Deus realmente os reivindicou, libertou-os do poder do diabo. Se eles acreditassem nisso, acreditariam que o conteúdo de seu batismo era um fato – eles realmente eram filhos de Deus – então os benefícios de ser filhos de Deus seriam derramados sobre eles também; a promessa é feita realidade. Por outro lado, se eles se recusassem a crer na realidade expressa no sacramento, então os benefícios dessas promessas não viriam para eles e a aliança não os beneficiaria.

A existência dessa aliança dá ao povo da aliança, então, a responsabilidade de acreditar nas promessas inerentes àquela aliança. Há somente um que pode impedir que um filho da aliança receba as bênçãos da aliança, e é esse mesmo filho da aliança. Cada um deve escolher: acredito no que Deus disse ou acredito que Deus me enganou? Essa é a questão que a realidade do nosso batismo coloca diante de cada um de nós. Portanto, somos nós que temos que trabalhar com a realidade da aliança, a fim de receber os benefícios prometidos nela. Esse é o mandato que está implícito no sacramento do batismo: acredite no que Deus fez.

Conclusão

Pode ser difícil para nós acreditar nas riquezas dessa aliança feita com os crentes e sua semente. Deus não nos faria duvidar. Por essa razão Ele deu esse sinal de batismo para nos dizer que somos dEle, para nos assegurar que temos perdão dos pecados e a vida. A água secou da minha testa anos atrás, mas eu posso encontrar aquele certificado, devidamente assinado e reconhecido, que, sim, eu realmente sou batizado, Deus realmente fez a Sua aliança comigo.

Posso duvidar que Deus é o meu Deus, que eu pertenço a Ele e não a Satanás e, portanto, tenho salvação? Eu não posso. Porque DEUS NÃO MENTE.


Tradução: Jim Witteveen.

Revisão: Thaís Vieira.

O website revistadiakonia.org é uma iniciativa do Instituto João Calvino.

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